O tumor é uma manifestação da doença chamada câncer. Não adianta remover!

SAIBA COMO O DR. EDUARDO ESBER
CUIDA DOS PACIENTES COM CÂNCER
Existem por aí dezenas de abordagens diferentes relacionadas ao câncer. Cada profissional costuma abordar utilizando os meios que conhece. Legalmente, o tratamento do câncer é incumbência da medicina. Outras abordagens devem ser focadas no paciente em si e não na doença, cuja exclusividade de tratamento, legalmente, cabe aos médicos. Enfim, cada um faz aquilo que o ensinaram a fazer, porém nem tudo funciona, especialmente no caso dessa doença onde o desequilíbrio orgânico é muito grande.
É fundamental entender que câncer é uma coisa, tumor é outra coisa. O câncer é a doença e o tumor é a manifestação dessa doença. Eliminar o tumor não é eliminar a doença. É crucial que se tenha o entendimento dessa tão importante diferença.
No cuidado terapêutico prestado pelo Dr. Eduardo Esber, de caráter complementar, o foco é o bem-estar do paciente. Todas as condutas implementadas visam ao ajuste do Terreno Biológico, fortalecendo o organismo física e mentalmente. Após a avaliação de exames, de acordo com o grau de invasividade do tumor, presença ou ausência de metástases e respeitando as particularidades individuais, é elaborado um protocolo de tratamento individualizado, chamado de Plano Terapêutico Personalizado. Esse é o objetivo principal das consultas realizadas.
A terapia, focada no aspecto energético, pode incluir recomendações integrativas para o fígado (órgão fundamental para a recuperação), mitocôndrias (produção de energia), aumento da imunidade (combate ao tumor), desintoxicação (fator predisponente) e nutrição (reparo tecidual), além de compostos frequenciados (energia vital), antioxidantes potentes (desinflamação), regulação do sono (ciclo circadiano), florais específicos e, não menos importante, a modulação do componente emocional, imprescindível nesse delicado processo de recuperação da saúde.
Além de todo o mencionado, fazendo parte do Plano Terapêutico, são fornecidas dezenas de orientações para o dia a dia, incluindo alimentos permitidos e proibidos, cuidados com a água consumida e de banho, ajuste da voltagem do organismo, melhora da circulação sanguínea, dentre outras tantas que, somadas, podem representar uma grande potência no cuidado do paciente oncológico. O suporte de 30 dias oferecido é um cuidado adicional e, considerando sua importancia, faz toda a diferença nesse processo terapêutico.
A cereja do bolo são as frequências, conformadas para promover um ambiente orgânico interno harmônico e desfavorável a processos de degeneração celular. É um arquivo de som contendo um set de frequências projetado especificamente para os desafios de cada paciente, além de também contribuir para a reparação do DNA. É utilizado com fones de ouvido especiais, facilmente encontrados em lojas online, que são posicionados diretamente sobre a área afetada, fazendo as frequências percorrerem todo o campo onde devem agir. O uso é diário e todo o procedimento é explicado ao paciente com detalhes.
Além de tudo isso, ainda existem várias cartas na manga, estratégias terapêuticas de alta intensidade, geralmente reservadas para casos extremos, mas que não dispensam os passos explicados anteriormente. E, quando o paciente possui recursos financeiros, é sugerida a aquisição voluntária de alguns aparelhos biofísicos que podem reforçar todo o conjunto de recomendações fornecidas. O objetivo é atacar os desequilíbrios existentes de todas as formas possíveis e por todos os meios viáveis, construindo um ambiente biológico saudável onde eles não consigam persistir.
Todo o exposto é fruto de anos de estudo contínuo, que ainda se mantém diariamente, seja através de cursos realizados ou da leitura de bons materiais. A experiência vem do acompanhamento de centenas de pacientes, especialmente durante o período em que o Dr. Eduardo Esber prestava atendimento hospitalar, em ambulatórios e UTIs. Com a consolidação das consultas online, qualquer paciente pode ser atendido, independentemente do local onde esteja.
Cirurgias mutilantes, quimioterapias destruidoras... O que a grande maioria das pessoas acha ser a única saída, na realidade está longe de representar o universo completo de possibilidades. Complementarmente, existem vários outros caminhos de cuidados, muitos deles bem estruturados e promissores, embora ainda pouco reconhecidos institucionalmente. No entanto, esses caminhos exigem profissionais corajosos e dispostos a caminhar ao lado das pessoas que atendem. Dr. Eduardo Esber é um desses profissionais.
OBSERVAÇÕES
Todo cuidado ao paciente oncológico que não seja conduzido por um médico costuma ser chamado de "terapia". Essa nomenclatura é adotada para evitar conflitos com normas regulatórias. Por exemplo, uma intervenção com uso de frequências pode ser considerada, sob um olhar mais amplo, um tipo de cuidado terapêutico para o paciente oncológico, mesmo que legalmente não seja reconhecida como tratamento. Em última instância, toda terapia visa tratar, ainda que, por convenção ou por força de regulamentações, não receba o nome de "tratamento".
A legislação delimita o campo de atuação dos médicos e lhes oferece respaldo, desde que atuem conforme os protocolos e diretrizes estabelecidas pelos órgãos reguladores. Isso tende a restringir a liberdade terapêutica individual, principalmente quando se trata de métodos não convencionais ou que ainda não foram oficialmente incorporados ao rol de condutas autorizadas, mesmo que tenham demonstrado resultados satisfatórios.
Por outro lado, também os demais profissionais de saúde devem atuar dentro do que seus devidos órgãos e associações reguladoras orientam, sempre observando os limites éticos e legais definidos para suas respectivas áreas. Como consequência desse modelo, os cuidados não médicos acabam sendo classificados como "complementares", o que reforça a ideia de que a via médica deve ser prioritária, mesmo nos casos em que sua efetividade possa ser debatida ou quando outras maneiras de cuidar tenham apresentado bons resultados. Essa classificação, embora comum, não necessariamente reflete o potencial real das práticas integrativas e holísticas, mas sim a estrutura normativa que rege o sistema de saúde vigente.
É hora de ampliar o olhar. O câncer não é uma sentença. É um alerta. E como todo alerta, exige atitude, não medo. O que se propõe aqui não é negar a medicina, mas sim desafiar seus dogmas. Não é afrontar os médicos, mas ampliar as possibilidades. É devolver ao paciente o protagonismo sobre a própria saúde. Se a vida está em jogo, que se jogue com todas as cartas na mesa, de dentro e de fora da medicina. O verdadeiro risco não está em buscar outras vias de cuidado, mas em permanecer, cegamente, nas mesmas rotas que falharam tantas vezes.
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Dizeres legais obrigatórios:A abordagem através da Terapia Vibracional, Terapias Holísticas/Integrativas e outras relacionadas é complementar e não substitui em nenhum aspecto o tratamento médico convencional. Siga as orientações de seu médico e jamais abandone o tratamento por ele proposto.
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